SERVIÇO NACIONAL DE AVALIAÇÃO VETORIAL DE DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS - REFERÊNCIA TÉCNICA: NBR 15575:2013
 

SNAVDE EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS é serviço grátis para todos os compradores de imóveis habitacionais do Brasil. Quem paga pelo serviço é a construtora ou incorporadora. Nenhuma construtora é obrigada a submeter-se ao SNAVDE – Serviço Nacional de Avaliação Vetorial de Desempenho. Por outro lado, nenhum comprador é obrigado a comprar imóvel habitacional sem antes verificar o resultado do SNAVDE.

O resultado do SNAVDE é tão importante para o comprador de imóveis habitacionais como é importante o resultado do teste de paternidade por DNA para o juiz de direito que precisa tomar decisões em relação ao suposto pai da criança. Agora é lei, de acordo com súmula 301, “em ação investigatória, a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade”, ou seja, a recusa em fazer teste de DNA presume paternidade.

O juiz de direito não precisa estudar medicina para tomar decisões em relação ao suposto pai da criança, basta verificar o resultado do teste de paternidade por DNA. O comprador de imóveis não precisa estudar engenharia civil para tomar decisões em relação ao empreendimento habitacional de seu interesse, basta verificar o resultado do SNAVDE. A recusa do construtor a submeter-se ao SNAVDE pode pressupor-se que ele não queira evidenciar eventuais falhas da edificação habitacional. Diz um provérbio português, “filho feio não tem pai.”

O resultado do SNAVDE é uma representação gráfica do desempenho vetorial da edificação habitacional. Como se sabe, o gráfico torna mais fácil e rápida a compreensão dos dados envolvidos para tomada de decisões. Dan Brown, em seu livro “Fortaleza Digital”, evidencia a importância prática do gráfico: “Em um mundo cheio de técnicos e políticos, todos com diferentes níveis de compreensão técnica, uma representação gráfica era, muitas vezes, a única maneira de esclarecer um assunto. Um gráfico costumava gerar uma reação dez vezes maior do que a obtida por muitas páginas de planilhas.”

Constam do resultado do SNAVDE, os gráficos de desempenho mínimo (“tiro 1”) e desempenho máximo (“tiro 2”). O alvo são os requisitos a que uma edificação habitacional deve atender por exigência da NBR 15575. A relação “tiro/alvo” torna fácil e rápida a compreensão dos dados envolvidos para tomada de decisões. Comprar imóveis habitacionais sem antes verificar o resultado do SNAVDE pode ser "tiro no escuro".

Com o resultado do SNAVDE em mãos, pode-se prever o comportamento potencial da edificação habitacional antes da compra do imóvel. Por exemplo: para uma dada edificação habitacional com desempenho vetorial mínimo igual a 6/10 (60%) e desempenho vetorial máximo igual a 9/10 (90%), tem-se o desempenho vetorial médio igual a 7,5/10 (75%). Isso significa que a probabilidade de a edificação habitacional apresentar mau desempenho como um todo é de 25%, considerando simultaneamente as exigências do usuário e as condições de exposição da edificação habitacional. Esse cálculo é exclusividade do SNAVDE.

Com base no resultado do SNAVDE, o comprador de imóveis pode não querer comprar o imóvel, querer comprar com desconto ou exigir providências – negociar! Daí a importância do SNAVDE nas relações comerciais. Não se deve confundir avaliação vetorial de desempenho com avaliação de risco. O comprador de imóveis pode usar agora o SNAVDE (a razão) para comprar casa ou apartamento, a fim de sentir as melhores emoções em morar bem, morar muito bem! Faça como o melhor comprador de imóveis habitacionais do mundo. Solicite o SNAVDE!

 

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Válido somente para edificações habitacionais protocoladas na prefeitura após 19 de julho de 2013.

 

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Experimente preencher o protocolo abaixo, deixando em branco DADOS DA OBRA e DADOS PARA EMISSÃO DE NOTA FISCAL. Depois clique em enviar.  O SNAVDE é assim: fácil, rápido e eficaz!

 

PROTOCOLO DO SNAVDE EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS
*OBRIGATÓRIO PREENCHER TODOS OS CAMPOS

OBRA

 
OBRA PROTOCOLADA NA PREFEITURA
 
PERFIL DE DESEMPENHO DA EDIFICAÇÃO
 
I - AVALIAÇÃO PARCIAL
 
PARTE 1 – REQUISITOS GERAIS
 

DESCRITOR 1: Os projetos devem prever considerações sobre as condições de agressividade do solo, do ar e da água na época do projeto, prevendo-se as proteções aos sistemas estruturais e suas partes. O comportamento em serviço da edificação ou do sistema também deve ser previsto em projeto, de forma que os estados limites de serviço (ELS) não causem efeitos estruturais que impeçam o uso da construção se atingidos.


DESCRITOR 2: A edificação deve reunir características que atendam às exigências de desempenho térmico, considerando-se as zonas bioclimáticas definidas na NBR 15.220 - Desempenho Térmico de Edificações.


DESCRITOR 3: A norma apresenta níveis mínimos de iluminância (natural e artificial) para os ambientes. Por exemplo, quando utilizada luz artificial, o iluminamento deve ser maior ou igual a 100 lux em salas de estar, cozinhas e dormitórios.


DESCRITOR 4: Os projetos devem ser desenvolvidos de forma que o edifício e os sistemas projetados tenham boas condições de acesso para inspeção predial.

DESCRITOR 5: As águas servidas provenientes dos sistemas hidrossanitários devem ser encaminhadas às redes públicas de coleta e, na indisponibilidade destas, devem ser utilizados sistemas que evitem a contaminação do ambiente local. A norma traz uma tabela com parâmetros de qualidade de água para usos restritivos não potáveis.


DESCRITOR 6: As instalações elétricas devem privilegiar a adoção de soluções que minimizem o consumo de energia, entre elas a utilização de iluminação e ventilação naturais e de sistemas de aquecimento baseados em energias alternativas.

DESCRITOR 7: Os projetos devem prever mecanismos de prevenção de infiltração da água de chuva e da umidade do solo nas habitações.


DESCRITOR 8: Com relação ao desempenho acústico, a edificação deve atender ao limite mínimo de desempenho estabelecido nas partes 3, 4 e 5 da NBR 15.575.


DESCRITOR 9: O projeto deve especificar o valor teórico para a Vida Útil de Projeto (VUP) para cada um dos sistemas que o compõe, não inferior ao estabelecido em tabela apresentada na norma.

 
PARTE 2 - ESTRUTURAS
 
DESCRITOR 10: Sob a ação de cargas gravitacionais, de temperatura, de vento, recalques diferenciais das fundações ou quaisquer outras solicitações passíveis de atuarem sobre a construção, conforme a NBR 8.681, os componentes estruturais não devem apresentar deslocamentos maiores que os estabelecidos nas normas existentes de projeto estrutural. Na falta de norma brasileira específica, as tabelas 1 ou 2 da NBR 15.575 servem de referencial.

DESCRITOR 11: A estrutura não deve sofrer ruptura ou instabilidade sob as energias de impacto indicadas na Norma de Desempenho. São dispensadas da verificação desse requisito as estruturas projetadas conforme a NBR 6.118, a NBR 7.190, a NBR 8.800, a NBR 9.062, a NBR 10.837 e a NBR 14.762.

DESCRITOR 12: Devem ser previstas e realizadas manutenções preventivas sistemáticas e, sempre que necessário, manutenções corretivas. Desde que utilizados como preconizado em projeto e submetidos a intervenções periódicas de manutenção, a estrutura e os elementos que fazem parte do sistema estrutural devem manter sua capacidade funcional durante toda a Vida Útil do Projeto (VUP).

DESCRITOR 13: As manutenções devem ser realizadas obedecendo-se ao Manual de Operação, Uso e Manutenção, fornecido pelo incorporador ou pela construtora, e às boas práticas, de acordo com a NBR 5.674. O manual deve prever periodicidade, forma de realização e forma de registro das inspeções prediais e das manutenções.


PARTE 3 - PISOS
 
DESCRITOR 14: O piso não pode apresentar ruína ou falhas que ponham em risco a integridade do usuário. Os deslocamentos verticais da camada estrutural devem ser limitados, bem como as fissuras. O piso deve resistir aos impactos nas condições de serviço, bem como a cargas verticais concentradas.

DESCRITOR 15: O coeficiente de atrito da superfície dos pisos deve tornar segura a circulação dos usuários, evitando escorregamentos e quedas.

DESCRITOR 16: A norma estabelece níveis de desempenho mínimos para os pisos com relação ao isolamento de ruídos entre unidades. Por exemplo, a diferença padronizada de nível ponderada (Dnt.w) em dB deve ser maior ou igual a 45 no piso que separa unidades habitacionais autônomas em áreas em que um dos recintos seja dormitório.

DESCRITOR 17: Os sistemas de pisos devem ser estanques à umidade ascendente e devem impedir a passagem da umidade para outros elementos construtivos da habitação. O piso de áreas molháveis exposto a uma lâmina de água 10 mm na cota mais alta por um período de 72 horas não pode apresentar, após 24 horas da retirada da água, danos como bolhas, fissuras, empolamentos e destacamentos.

DESCRITOR 18: A norma estabelece limites para ondulações no acabamento do piso. A planeza deve apresentar valores iguais ou inferiores a 3 mm com régua de 2 m em qualquer direção.

 
PARTE 4 - VEDAÇÕES VERTICAIS
 
DESCRITOR 19: As paredes devem suportar as solicitações originadas pela fixação de peças suspensas (armários, prateleiras, lavatórios, redes de dormir, quadros e outros). A NBR 15.575-4 inclui tabela com cargas de ensaio e critérios para peças suspensas fixadas por mão-francesa.

DESCRITOR 20: Sob impactos, os sistemas de vedação vertical não podem sofrer ruptura ou instabilidade, nem apresentar fissuras, escamações e delaminações que comprometam a utilização. A NBR 15.575-4 indica em tabelas os desempenhos mínimos para diferentes energias de impacto.

DESCRITOR 21: Os sistemas de vedação devem permitir o acoplamento de portas. Quando elas forem submetidas a dez operações de fechamento brusco, as paredes não podem apresentar falhas, tais como fissuras no encontro com o marco.

DESCRITOR 22: As paredes externas devem apresentar transmitância térmica e capacidade térmica que proporcionem, ao menos, desempenho térmico mínimo estabelecido na norma para a zona bioclimática em questão. As fachadas também devem ser estanques à água. Os ensaios de estanqueidade devem se contextualizar em uma das cinco regiões brasileiras de exposição.

DESCRITOR 23: As fachadas devem apresentar aberturas com dimensões adequadas para proporcionar a ventilação interna dos ambientes. Esse requisito aplica-se aos ambientes de longa permanência.

DESCRITOR 24: Com relação aos ruídos permitidos na edificação, a norma traz tabela com valores indicativos de isolação acústica. O novo texto é mais rigoroso no que tange à isolação entre unidades autônomas.

 
PARTE 5 - COBERTURAS
 
DESCRITOR 25: O sistema de cobertura deve apresentar nível satisfatório de segurança contra a ruína e não apresentar avarias ou deslocamentos que prejudiquem sua funcionalidade. Da mesma forma, deve suportar cargas transmitidas por pessoas e objetos nas fases de montagem ou de manutenção.

DESCRITOR 26: A cobertura não deve apresentar escorrimento, gotejamento de água ou gotas aderentes. Aceita-se o aparecimento de manchas de umidade, desde que restritas a no máximo 35% da área. Sob a ação de granizo e outras pequenas cargas acidentais, somente é tolerada a ocorrência de falhas superficiais nas telhas, como fissuras e lascamentos que não impliquem perda de estanqueidade.

DESCRITOR 27: A cobertura deve ter capacidade para drenar a máxima precipitação passível de ocorrer na região, não permitindo empoçamentos ou extravasamentos para o interior da edificação, para os áticos ou quaisquer outros locais não previstos no projeto.
DESCRITOR 28: A cobertura deve apresentar transmitância térmica e absortância à radiação solar que proporcionem desempenho térmico apropriado para cada zona bioclimática. A cobertura também deve ajudar no isolamento sonoro. A norma indica métodos de avaliação de ruídos nos ambientes e define níveis mínimos de desempenho para os sistemas de coberturas.

 
PARTE 6 - SISTEMAS HIDROSSANITÁRIOS
 
DESCRITOR 29: Os sistemas hidrossanitários devem resistir às solicitações mecânicas, dinâmicas e não devem provocar golpes e vibrações que impliquem risco à sua estabilidade estrutural. As válvulas de descarga, os metais de fechamento rápido e do tipo monocomando não podem provocar sobrepressões no fechamento maiores a 0,2 MPa.

DESCRITOR 30: As instalações devem ter reservatório de água fria com volume necessário para o combate a incêndio, além do necessário para o consumo. Também devem dispor de extintores conforme legislação.

DESCRITOR 31: Quando houver sistema de água quente, devem ser previstas formas de limitar a temperatura da água na saída do ponto de utilização. Os aparelhos elétricos de aquecimento por acumulação devem ser providos de dispositivo de alívio para o caso de sobrepressão e de dispositivo de segurança que corte a alimentação de energia em caso de superaquecimento.

DESCRITOR 32: As peças e os componentes dos sistemas hidrossanitários manipulados pelos usuários não podem possuir cantos vivos ou superfícies ásperas.

DESCRITOR 33: As instalações devem fornecer água na pressão, na vazão e no volume compatíveis com o uso, associado a cada ponto de utilização, considerando a possibilidade de uso simultâneo. Elas devem apresentar estanqueidade quando submetidas às pressões de projeto e devem manter a capacidade funcional durante vida útil de projeto, desde que o sistema seja submetido à manutenção periódica.

 
II - AVALIAÇÃO INTEGRAL
 

PARTE 1 - A edificação habitacional avaliada atende integralmente a parte 1 da NBR 15575?


PARTE 2 - A edificação habitacional avaliada atende integralmente a parte 2 da NBR 15575?


PARTE 3 - A edificação habitacional avaliada atende integralmente a parte 3 da NBR 15575?


PARTE 4 - A edificação habitacional avaliada atende integralmente a parte 4 da NBR 15575?


PARTE 5 - A edificação habitacional avaliada atende integralmente a parte 5 da NBR 15575?


PARTE 6 - A edificação habitacional avaliada atende integralmente a parte 6 da NBR 15575?

 
 
SISTEMA PIRÂMIDE: MITO DE OSÍRIS
Selecionar os pesos dos descritores das partes relacionadas abaixo.

PARTE 1 - REQUISITOS GERAIS

PARTE 2 - ESTRUTURAS

PARTE 3 - PISOS

PARTE 4 - VEDAÇÕES VERTICAIS

PARTE 5 - COBERTURAS

PARTE 6 - SISTEMAS HIDROSSANITÁRIOS

 
RÉGUA DE LESBOS DIGITAL: MITO DE ZEUS
Coeficiente de Estabilidade: KDUARTE = 0,5 (para edificações habitacionais).

DADOS DA OBRA
 
Número do processo da obra na prefeitura:
Número do alvará de construção:
Área do terreno:
Área total construída:
Número de pavimentos:
Número de unidades habitacionais:
 
CUSTO UNITÁRIO BÁSICO DE CONSTRUÇÃO - CUB/m2
Projetos - Padrão Residenciais e Residência Popular
 

DADOS DO CONSTRUTOR RESPONSÁVEL TÉCNICO (RT)

 

Nome completo:

Profissão:
CPF:
Registro Profissional:
Empresa:
Cargo:
Telefone:
Celular:
E-mail:
Logradouro:
Número/Complemento:
Bairro:
Cidade:
Estado:
CEP:
 

DADOS PARA EMISSÃO DE NOTA FISCAL

 
Razão Social:
CNPJ:
Inscrição Estadual:
Inscrição Municipal:
Endereço completo:
Cidade:
Estado:
CEP:
 

DADOS DO VERIFICADOR
Arquiteto ou engenheiro civil com dez anos de experiência comprovada.

 
Nome completo:
Profissão:
CPF:
Registro Profissional:
Ano da formatura:
Empresa:
Cargo:
Telefone:
Celular:
E-mail:
Logradouro:
Número/Complemento:
Bairro:
Cidade:
Estado:
CEP:
 


VALOR TOTAL DO SERVIÇO

Valor total do serviço = AxBxC (R$)

Em que:

A =  0,015
B = Área total construída (m2)
C = Valor do CUB/m2 com desoneração da mão de obra (atualizado).

Para obter o valor do CUB/m2 com desoneração da mão de obra clique aqui.


DADOS PARA DEPÓSITO BANCÁRIO

Caixa Econômica Federal
Banco: 104
Agência: 0935
Operação: 013
Conta: 10116-3
Nome completo do favorecido: Ricardo Wagner Reis Duarte

Enviar comprovante de depósito bancário para <rwrduarte@gmail.com>.

 
Antes de clicar em enviar, favor verificar se tudo foi preenchido corretamente. Cuidado no uso da seta, pois ela altera o item selecionado.
 
 

 

REFERÊNCIAS

FONTE DOS DESCRITORES
Disponível: < http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/192/artigo288027-1.aspx>.
Acesso em: 4 de maio de 2015.

DÚVIDAS SOBRE A NORMA DE DESEMPENHO: ESPECIALISTAS RESPONDEM
Disponível: <http://www.sinduscon-rio.com.br/doc/duvidas.pdf>.
Acesso em: 05 de agosto de 2015.

GUIA ORIENTATIVO PARA ATENDIMENTO À NORMA ABNT NBR 15575:2013
Disponível: <http://www.cbic.org.br/arquivos/guia_livro/Guia_CBIC_Norma_Desempenho_2_edicao.pdf>.
Acesso em: 4 de maio 2015.

MANUAL PROACÚSTICA SOBRE SOBRE A NORMA DE DESEMPENHO: Guia prático sobre cada uma das partes relacionadas à área de acústica nas edificações da Norma ABNT NBR 15575:2013 Edificações Habitacionais - Desempenho
Disponível: <http://www.gypsum.com.br/shared/manual_proAcustica.pdf>.
Acesso em: 14 de maio de 2015.


VÍDEOS SOBRE A NORMA DE DESEMPENHO

BLOG CIVIL E IMOBILIÁRIO
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=MgmFOxEZmRA>.
Acesso em: 02 de agosto de 2015.

BOM DIA BRASIL: NBR 15575
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=kxrA2V2Wvzo>.
Acesso em: 02 de agosto de 2015.

DEBATE NORMA DE DESEMPENHO
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=wcP4YMik_0o>.
Acesso em: 02 de agosto de 2015.

ENTREVISTA ARQUITETA ANELISE CANCELLI
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=SDVDCXJO8BQ>.
Acesso em: 02 de agosto de 2015.

NBR 15575: A NOVA NORMA TÉCNICA PARA EDIFICAÇÕES
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=zIgJbKDl9o0>.

NORMA 15575 DA ABNT COBRA MAIS QUALIDADE NAS CONSTRUÇÕES
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=KrIdP3xJI9s>.
Acesso em: 02 de agosto de 2015.

PALESTRA: NORMA DE DESEMPENHO - CARLOS BORGES - PARTE 01 
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=aYLenMR9WQk>.
Acesso em: 05 de agosto de 2015.

PALESTRA: NORMA DE DESEMPENHO - CARLOS BORGES - PARTE 02
Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=QTuM9MGiEe8>.
Acesso em: 05 de agosto de 2015.
 
PROFISSIONAL LÍDER DO SNAVDE